Instituto Histórico promove palestra sobre atuação dos Capuchinhos Bretões em Campos

Por: Da Redação – Foto: Divulgação – PMCG

O Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes promove, nesta quinta-feira (30), às 19h, no Museu Histórico de Campos dos Goytacazes, a palestra “Capuchinhos Bretões em Campos dos Goytacazes (séculos XVII–XVIII)”, que será ministrada pela professora doutora Maria Isabel Chrysostomo. A entrada é gratuita.

Voltada a estudantes, pesquisadores e ao público interessado na história regional, a palestra abordará a atuação dos Capuchinhos Bretões, frades franciscanos missionários oriundos da Província da Bretanha, na França, que participaram da catequese e da organização de aldeamentos indígenas na região entre os séculos XVII e XVIII.

Durante o encontro, serão apresentados aspectos históricos relacionados à presença desses religiosos em Campos dos Goytacazes, com destaque para sua participação nas relações estabelecidas entre os povos originários e os colonizadores, na formação dos aldeamentos e no processo de ocupação do território que deu origem ao município. A proposta também busca promover reflexões sobre os impactos desse processo para as comunidades indígenas e para a constituição histórica e territorial da região.

Para a presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes e coordenadora dos Museus Municipais, Graziela Escocard Ribeiro, iniciativas como essa cumprem um importante papel na democratização do conhecimento e na valorização da história local.

“O Instituto Histórico tem a missão de aproximar a produção acadêmica da sociedade. Ao receber a professora Maria Isabel Chrysostomo, proporcionamos ao público a oportunidade de conhecer um importante capítulo da história de Campos dos Goytacazes, compreendendo a atuação dos frades franciscanos capuchinhos na formação do território e suas relações com os povos originários. Promover esse diálogo entre pesquisa, memória e patrimônio é fundamental para fortalecer o conhecimento sobre nossa identidade histórica e ampliar o acesso da população à história regional”, afirma Graziela.

A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Patrícia Cordeiro, ressalta que preservar a história local também significa fortalecer a identidade cultural da população e incentivar o acesso ao conhecimento.

“Valorizar a história de Campos é investir na formação cultural da nossa sociedade. A palestra da professora Maria Isabel Chrysostomo amplia o diálogo entre universidade, patrimônio e comunidade, reafirmando o compromisso da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima em apoiar ações que democratizam o conhecimento e fortalecem a preservação da memória regional”, destaca Patrícia Cordeiro.

A palestrante Maria Isabel Chrysostomo é doutora em Planejamento Urbano e Regional pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ippur/UFRJ). Realizou estágios de pós-doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), na França, e atualmente é professora titular visitante da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e professora voluntária da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Com ampla atuação acadêmica, desenvolve pesquisas nas áreas de Geografia Urbana e Histórica, com ênfase em imigração, história territorial, política ambiental e planejamento urbano.

A realização da palestra reafirma o compromisso do Instituto Histórico e Geográfico de Campos dos Goytacazes com a preservação da memória, a pesquisa histórica e a democratização do conhecimento, aproximando a comunidade de temas fundamentais para a compreensão da formação do município e da identidade regional.

A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Campos dos Goytacazes, da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL) e do Museu Histórico de Campos dos Goytacazes.

As principais alterações foram pontuais: substituição de “destacando sua participação” por “com destaque para sua participação”, inclusão dos artigos em “entre os povos originários e os colonizadores”, ajuste de “também fortalecer” para “também significa fortalecer”, e mudança de “tem apoio” para “conta com o apoio”, expressão mais natural no texto jornalístico institucional.

 

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